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Estou chorando e a culpa é dela mesmo: Arcane - Ato II

  • Foto do escritor: Kailane Sousa
    Kailane Sousa
  • 18 de nov. de 2021
  • 3 min de leitura

Atualizado: 9 de dez. de 2021

Gostaria de começar o post falando que não, não tem como não chorar assistindo Arcane. Existe algo simplesmente encantador na forma que os acontecimentos vão se desenrolando e o espectador consegue notar o peso, as consequências, das ações dos personagens.


O ato I termina deixando uma ânsia pelo reencontro das irmãs, Vi e Powder, além da curiosidade sobre a influência das pesquisas Hextec do Jayce e do Victor na população de Piltover e Zaun. Essa curiosidade é logo preenchida no episódio 4, junto à descoberta de que a Powder não é mais a mesma, ela agora carrega o nome Jinx. E como ela mesmo diz no jogo League of Legends "Jinx é de jinx.", uma clara referencia ao azar que ela trás, apontado por seu amigo Mylo e também por sua irmã no fim do primeiro ato (quero chorar só de lembrar 😭).


Fonte: https://twitter.com/arcaneshow/status/1461046487501230091?s=20

Devo dizer que, dentre tudo o que aconteceu nesses 3 episódios, é o final que mais mexeu comigo. O que a Jinx se tornou, e ainda está se tornando, deixa um nó na garganta. Ela estava fadada a ficar daquele jeito ou as coisas teriam sido diferentes se a Vi não tivesse sido levada e deixado a impressão de que abandonou sua irmãzinha mais nova? Silco também desempenhou um grande papel na pessoa que ela se tornou, incentivando que ela deixasse Powder para trás, para que se tornasse algo melhor. Ele viu seu potencial, a acolheu quando ela se encontrava sozinha, tendo visto a si mesmo nela: traído pelo próprio irmão. Silco vê Jinx como uma filha, mas agora ela não aparenta confiar tanto nele, tendo descoberto que mentiu a respeito de sua irmã. Sem contar que o confronto com os Fogolumes visto tanto no episódio 4 quanto no 6, o que eles querem? Quem são eles? Diversas dúvidas e teorias surgem junto aos questionamentos, que esperamos serem solucionados no ato III.


Fonte: https://twitter.com/NetflixGeeked/status/1460790752011763713?s=20

Também não posso deixar de falar sobre as desavenças entre Jayce e Heimerdinger. Enquanto Jayce quer levar a Hextec às mãos do povo quão cedo possível e também auxiliar Viktor em sua cura, Heimer vê o perigo nessa premissa, com mais de 300 anos, ele sabe bem onde os experimentos dos dois vai dar e luta para impedir que o passado se repita. Mas com a adição de Jayce ao Conselho e sua insistência em investir no progresso de Piltover, Heimer acaba sendo visto como preso no passado, além de sua inércia em mudar a situação entre Zaun e Piltover, e não é desse jeito que o Conselho vê o futuro da cidade do progresso.


"Nenhuma grande ciência deveria colocar vidas em perigo."

A lealdade do Jayce ao Viktor é bonitinha, mas não consegui apreciar muito dela enquanto assistia porque não me vejo simpatizando com o Jayce, algo sobre ele me incomoda bastante e não tenho certeza quanto ao que exatamente (muito provavelmente por conta da história dele em League of Legends). Também podemos ver um pouco da infância do Viktor (uma pequena dose de serotonina entre tanta tristeza), e a forma com que sua determinação o leva a visitar um antigo conhecido. Mal posso esperar para descobrir onde que isso vai dar.


Não tem como falar de fonte de serotonina sem citar a dinâmica entre a Caitlyn e a Vi (estou apaixonada pela Vi metendo porrada nos outros). Acredito que muitos dos fãs de LoL estavam ansiosos para ver essas duas em ação, além de suas interações preciosas 🥺. Se em algum momento eu sorri assistindo ao ato II de Arcane, foi graças a elas 🛐.


Fonte: https://twitter.com/kathpissu/status/1459465830278774786?s=20

E sobre a trilha sonora dessa série: maravilhosa, tudo de bom, impecável, tão boa que acredito não ter palavras o suficiente no meu vocabulário capenga pra descrever. Até mesmo Dirty Little Animals me deixou com vontade de chorar, e isso não faz o menor sentido levando em consideração o quão agitada essa música é. Mas o que me quebrou mesmo foi Guns for Hire, porque pense na tristeza que bate só de lembrar a cena em que ela toca 😭😭.


Fonte: https://twitter.com/riotgamesmusic/status/1459462745183567879?s=20

Por fim, gostaria de dizer que cada minuto dessa série vale a pena ser assistido. O sabor amargo que fica após o final de cada ato faz com que o espectador fique ansioso pelo desenrolar da animação. Com o ritmo que as coisas estão tendo, me pergunto se tudo será finalizado com chave de ouro no ato III, que estreia neste sábado (20/11) na Netflix às 5h da manhã. Tudo que me resta é aguardar ansiosamente para esse dia, também esperando um anúncio de outra animação baseada nos campeões de League of Legends.



 

Ficha Técnica

Título original: Arcane: League of Legends

Duração: 252 minutos

Estreia: 06 de Novembro de 2021

Distribuidora: Netflix

Dirigido por: Pascal Charrue, Jérôme Combe, Arnaud Delord

Classificação: 14 anos

Gênero: Animação, Fantasia, Ação, Aventura

País de origem: EUA

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